E, por vezes, só por vezes, porque apenas por vezes encontramos pessoas verdadeiramente especiais e únicas, temos a sôfrega necessidade de falar do que ousou distanciar o que não pode estar distante, do que por não poder estar distante já se ultrapassou, do que lembra quem é e quanto é importante. Se não o fizermos, vive-se, mas é como escrever com a mão adormecida...
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